quinta-feira, 23 de julho de 2009

Na Vitrola #6- Continuação (PARTE 1)

Oingo Boingo

"E sua história completa"


"Como prometido, eis aqui a biografia completa dessa Trupe dos Cavaleiros Místicos do Oingo Boingo. Vou até mandar pra Wikipédia ( a versão de lá está mais que revisada)."






Em uma Califórnia de 1970, Richard Elfman resolve sair do colégio e se juntar a trupe- The Grand Magic Circus- Numa eclética Paris- Companhia teatro-musical, que estava à beira do sucesso popular. Seu irmão mais novo, Danny Elfman- Finalizando os estudos- resolve seguir o exemplo do irmão e se juntar também á eles numa Turnê Europeia de verão, tocando seu violino. Foi numa abertura de show dos irmãos Elfman's (com violino e percusão), que Danny fez sua primeira composição. Incisivo, Danny parte para o continente Africano durante um ano, afim de encontrar uma forma musical exótica por meio de toda Africa (de Oeste à Leste). Enquanto isso, o outro Elfman primogênito continua no magic circus e se casa com Marie Pascale, uma integrante da trupe.

Mystic Knights of the Oingo Boingo foi selada em 1972, quando Richard leva sua esposa para Los Angeles e criam (juntamente com os amigos de infancia Gene Cunnigham e Mathew Bright) mais uma trupe, denominada The Mystic Knights of Oingo Boingo. Assim que Danny retorna da Africa, Richard não perde tempo e o promove como Diretor musical da banda (que mais parecia uma Big band pelo número de membros). A partir daí, surge um novo marco e perspectiva no grupo. Essa perspectiva incluiu incialmente recriações que o público não conseguiria ouvir mais pelos mesmo artistas, tais como grandes renomes do Jazz como Cab Calloway, Duke
Ellington, Django Reinhard, e a cantora Josephine Baker. Juntando as composições de Danny e os variados instrumentos de percussão, contando com a presença de Leon Schneiderman (saxofonista).

Richard se responsabilizou pelo grupo até 1976, depois disso saiu por estar envolvito com outros projetos como cinema e teatro, entrando assim em consenso com seu irmãzinho, que assumiu como vocalista além de diretor.

Mas é em meados de, que o jovem diretor e vocalista- Danny- resolve fazer uma mudança drástica no grupo, que se resumiu em uma banda de "Rock" de oito membros, encurtando também o nome da banda para somente Oingo Boingo. Richard em seu depoimento rotula como "rock" vagamente, pois, segundo ele sua-
"Juro que por pouco não furava meu Trompete nesse dia"- Relembra Richard música não poderia realmente ser classificada como um típico rock (contendo 3 minutos de duração normal, acordes simples e

"melodicos ganchos líricos"). Ainda afirma que realmente nunca observou Danny ser influenciado pelo rock, com direito à bandas de garagem, álbuns, shows e aulas de Guitarra. Pelo contrário, desde cedo, admiravam música erudita, mais precisamente Tchaikovsky e Stravinsky. "Com meu pai trompetista de Jazz, tudo ficou mais fácil, talvez algo já estivesse em nosso sangue"- argumenta R.Elfman.
Quando Danny tinha uns 16 ou 17 anos resolve trocar seu violino por uma Guitarra Jazz, o garoto tinha ouvido absoluto, podia ouvir um trecho de Django Reinhardt, tirá-la, intrepretá-la e reconstruí-la sem maiores esforços e ainda descobrir o astuto acompanhamento ao violino de Stephan Grapelli. Confirmando mais uma vez, seu inconfundível talento.
Oingo Boingo- Início dos anos 80
Agora, se Danny não queria a separação permanente da banda, sua maior burrice foi em 1995, ao encurtar (ainda mais) a banda e o nome para apenas somente Boingo com cinco membros, pois a partír dai o grupo começa a se esfriar e enfim, se espalha em meio oitentista.

The Mystic of Oingo Boingo (1972-1980) se mostrava um grupo de forte personalidade, desde suas maquiagens berrantes e perucas à seus artistas que eram 30 contando com participações de bailarinos e músicos. Seu repertória envolvia músicas da década de 1950 e 1880, ASSIM juntos. "Era um verdadeiro Cabaré- diz Richard".





CONTINUA AMANHÃ,COM A PARTE 2- DANDO INÍCIO AO RETORNO DO POST


ESCOLA DE ROCK























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